PATAGÔNIA · CHILE
Onde a paisagem impõe silêncio e olhar profundo
O Estrecho de Magalhães e os campos de gelo impõem uma escala que redefine a presença do grupo. Torres del Paine oferece o rastreamento e avistamento de pumas em seu habitat natural, guanacos em rebanho e condores sobrevoando a estepe, junto a guias especializados em seu monitoramento.
Projetamos navegação privada por fiordos inexplorados, estâncias patagônicas com acesso exclusivo e encontros com comunidades locais fora de todo circuito convencional.
PUNTA ARENAS · PATAGÔNIA · CHILE
A fauna austral em seu habitat
Punta Arenas é a porta de entrada para o extremo sul do continente e o ponto de partida para descobrir a Patagônia chilena.
Sua história ligada aos grandes navegadores, sua arquitetura patrimonial e sua localização privilegiada às margens do Estrecho de Magallanes lhe conferem uma identidade única.
Daqui é possível vivenciar alguns dos encontros com fauna mais extraordinários da região. Colônias de pinguins-magalhânicos e pinguins-rei, avistamentos de baleias durante a temporada e navegações pelo Estreito de Magalhães permitem descobrir um ecossistema praticamente intocado, acompanhado por guias especializados.
Aqui a fauna não se procura: ela se encontra, porque o itinerário é desenhado com base em seu comportamento, e não no acaso.
TORRES DEL PAINE · PATAGÔNIA · CHILE
O percurso como expedição
Um dos parques nacionais com as paisagens mais emblemáticas da Patagônia Chilena e um dos destinos de natureza mais espetaculares do planeta.
Suas montanhas de granito, lagos de cor turquesa, glaciares e extensas estepas criam um cenário que surpreende a cada percurso.
LAGOS · PATAGÔNIA · CHILE
O Cruzeiro Andino: a Região de Los Lagos
Há itinerários que funcionam como um relato: início, desenvolvimento e um final que muda a perspectiva. A rota pede o seu tempo. É isso que a torna valiosa em um contexto corporativo: obriga a parar.
A travessia une os lagos Todos los Santos, Frías e Nahuel Huapi, combinando navegação e trechos terrestres entre florestas, vulcões e passagens cordilheiras. É realizada em ambos os sentidos — do Chile para a Argentina ou da Argentina para o Chile — e a escolha da direção define o caráter do percurso: para oeste, o itinerário termina em frente ao Pacífico; para leste, encerra-se na estepe andina.
— Puerto Varas
Base sobre o Llanquihue
Às margens do segundo maior lago do Chile, com o Osorno e o Calbuco no horizonte. Arquitetura da colonização alemã, hotelaria de nível internacional e uma escala de cidade que permite percorrê-la inteira a pé. É o ponto onde começa — ou onde termina — a travessia andina.
— PETROHUÉ
O coração da rota
As cachoeiras do rio Petrohué, a água de um verde profundo e a navegação sob a silhueta do Osorno. O trecho mais cênico da travessia e o que fixa a imagem que fica do percurso.
— FRUTILLAR
Arquitetura alemã às margens do Llanquihue
Às margens do lago Llanquihue, com o vulcão Osorno ao fundo, Frutillar combina arquitetura de colonização alemã e uma cultura musical de nível internacional. Seu festival de música clássica de verão e uma gastronomia que reúne mar e terra do sul chileno completam a cena. Depois da intensidade da rota patagônica, Frutillar funciona como uma pausa ativa: caminhar, sentar-se em frente ao lago, conversar sem compromisso.
— Puerto Montt
Porta para o sul profundo
Cidade portuária com acesso direto a Chiloé, suas igrejas de madeira Patrimônio Mundial e o curanto cozido sob a terra sobre pedras quentes. Perto, as trilhas do Parque Nacional Vicente Pérez Rosales sobem em direção ao vulcão Osorno, e os lagos e canais abrem o terreno para o caiaque e a navegação. O itinerário pode continuar para o sul ou encerrar aqui.
NAVEGAÇÃO AUSTRAL
Punta Arenas · Canais Patagônicos · Ushuaia
Há lugares que só se entendem a partir da água. Os canais austrais que conectam Punta Arenas a Ushuaia são um deles: um labirinto de fiordes, geleiras que desabam diretamente no mar, ilhas desabitadas e uma fauna que não aprendeu a ter medo do ser humano.
A navegação dura entre quatro e cinco dias, dependendo da direção escolhida, com desembarques em bote zodiac ao pé da geleira, colônias de pinguins e mirantes para o Canal Beagle.
A travessia mantém grupos reduzidos e acesso direto ao território: itinerários que se ajustam à condição climática de cada dia, e especialistas em história e ecologia austral que conduzem a leitura da paisagem a bordo. Cada trecho se transforma em uma imersão guiada, em um território que exige interpretação.
— Punta Arenas: ponto de partida
A cidade tem identidade própria: vento constante, arquitetura de fim do mundo, hospitalidade herdada de viajantes e lobistas.
Rixner soma tempo de cidade com critério curatorial — gastronomia local, patrimônio histórico, estâncias da Terra do Fogo magalhânica — antes de embarcar para os canais.
— Ushuaia: o fim que reorienta
Chegar a Ushuaia depois de dias navegando pelos canais muda a percepção: a cidade mais austral do mundo resulta, paradoxalmente, acolhedora. O Canal Beagle, o Parque Nacional Terra do Fogo e a história dos povos yaganes adquirirem outra dimensão quando se chega pela água.
Vamos conversar sobre o itinerário.
Reuniões, incentivos, congressos e eventos
Um destino, um encontro: Patagônia
